Aceleração comercial

Aceleradores de negócio: o que fazem de verdade, fora do discurso de vitrine

Tem muita gente vendendo a palavra "acelerador" sem entregar nada que pareça isso na prática. Vira um nome bonito pra reunião de diagnóstico seguida de apresentação em slide, sem ninguém acompanhar se aquilo virou venda de verdade. Então deixa eu contar o que um acelerador de negócio deveria fazer, no dia a dia, quando o trabalho é sério.

Primeiro, ele entra na operação, não fica olhando de fora. Isso significa sentar do lado do vendedor, ouvir ligação, ler o histórico de conversa no WhatsApp, entender o que está sendo dito de verdade pro cliente — porque o que o gestor acha que a equipe fala e o que a equipe realmente fala quase nunca é a mesma coisa.

Segundo, ele trabalha em cima de número, não de sensação. Quantos contatos entram por semana, quantos viram proposta, quantos viram venda, em quanto tempo. Sem esse funil na mão, qualquer decisão vira achismo — trocar vendedor, mudar comissão, investir em anúncio, tudo isso sem saber onde o problema realmente está.

Terceiro, e talvez o mais importante: ele fica. Eu já vi empresa de segmentos bem diferentes — provedor de internet, indústria, prestador de serviço técnico — contratarem consultoria pontual, receberem um material rico de diagnóstico, e três meses depois estarem exatamente onde estavam antes, porque ninguém ficou perto pra cobrar a execução. Acelerador de negócio de verdade acompanha mês a mês, ajusta o que não está funcionando e só sai quando o resultado virou rotina do time, não depende mais dele.

Se alguém te oferecer "aceleração" sem te mostrar como vai medir o funil e sem combinar acompanhamento contínuo, desconfia. Não é aceleração, é apresentação.

Quer ver como esse acompanhamento funcionaria no seu comercial?

Falar com Guilherme →